segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Aposentadoria: nova regra para benefício integral

Consultor da ASBP propõe reforma sem considerar suposto rombo na Previdência
Aposentadoria: nova regra para benefício integral 
Revista Exame (Ed. Abril) 
Os trabalhadores brasileiros estão sujeitos a novo regulamento para se aposentarem. Desde o fim do ano passado, quem pretende se aposentar e receber os seus ganhos integrais precisa estar encaixado na Regra 86/96, resultado de soma mínima de idade mais tempo de contribuição com a Previdência para poder não sofrer reduções em seus salários de benefícios.
Não é de agora que o governo federal fala sobre a necessidade de programar uma reforma na Previdência Social. Para isso foram criados dois regulamentos. Um deles, o chamado fator previdenciário, é para quem não a idade mínima de contribuição para a aposentadoria (35 anos para homens ou 30 anos para as mulheres), sendo que isso implica em alteração na remuneração depois da inativação do trabalhador.
A outra regra, que alia tempo de contribuição e idade para se tornar apto à aposentadoria foi a alternativa para que o colaborador tenha acesso mais rápido às condições mínimas para receber seus benefícios sem reduções. Criado em 2015 como a regra 85/95 (idade + contribuição), atualmente foram somados mais um ponto e transformou-se em regra 86/96, com validade até 30/12/2020. E esta regra será alterada periodicamente até 2026, onde as somas deverão ser iguais a, no mínimo 90 para mulheres e 100, para os homens.
Como receber integralmente a aposentadoria
Para o advogado e integrante do departamento de consultoria jurídica da Associação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas (ASBP), Dr. Willi Fernandes, a implementação desta regra, especificamente foi um plano alternativo para as mudanças propostas anteriormente e que não deram certo.
“É intenção do Governo promover Reforma na Previdência, inclusive quanto à imposição de idade mínima para se aposentar, o que não obteve êxito anteriormente. Então, esta foi uma forma para atingir este objetivo. O que não se pode é colocar em questão a saúde dos trabalhadores, que, quando idosos, passam a produzir trabalho de uma outra forma, o que muitas vezes não é aceito pelo mercado e acabam sendo marginalizados e impossibilitados de obter sua aposentadoria por não terem idade mínima para obter o benefício desejado”, comenta o especialista.
Ainda de acordo com o consultor jurídico da ASBP, as regras para as aposentadorias neste novo estágio precisam do ajuste de alguns pontos delicados. “Precisamos discutir junto aos Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, bem como as diversas bases da sociedade sobre os rumos da reforma previdenciária, sem considerar o suposto déficit da Previdência, pois faremos com que os trabalhadores que aguardam cumprir os requisitos para se aposentarem sem terem as remunerações reduzidas. Estabelecer uma regra de transição mais coerente com nosso quadro social seria um excelente marco para iniciar um bom e justo debate para preservar nossos direitos e garantias fundamentais”, finalizou o advogado.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

O poder da "Melhor Idade" nas Urnas

Psicóloga explica o efeito da Nova Terceira Idade no comportamento do eleitor mais experiente
Desde as Eleições gerais de 2014, é verificado o aumento no número de votantes aptos com mais de 60 anos. Enquanto existia um empate técnico com a quantidade de eleitores na faixa dos 16 aos 24 anos em 2014, atualmente os idosos em condições de exercer o seu direito a voto ultrapassaram estão em maior contingente. Os grisalhos, para o processo eleitoral deste ano estão na faixa dos 28 milhões de eleitores, enquanto os mais jovens estagnaram em 23 milhões de pessoas quites, de acordo com o estudo do TSE, publicado recentemente. Esta mudança pode ser justificada pelo que podemos chamar de Nova Terceira Idade?
De acordo com a Drª. Simone Matias, psicóloga que atende agremiados da Associação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas, a ASBP, a intenção e a vontade de votar faz parte do comportamento de quem está na “Melhor Idade”. Simone, que também é especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, afirma que “Continuar participando de tomada de decisões traz a eles responsabilização e sentido à vida, já que se sentem úteis e importantes.”.
Desta forma mesmo é que se sente o aposentado e agremiado da ASBP, o Sr. Nelson de Campos, de 79 anos. Depois que chegou aos 60 anos, esta é a quarta Eleição da qual participa. Ele não tinha mais a intenção de votar em 2018, mas com a aparição de novos candidatos e com propostas de mudar o atual cenário, este beneficiário da Previdência decidiu exercer o seu direito como cidadão. “O que me motivou a ir votar nestas Eleições foi a vontade de mudar os rumos do Brasil. Do jeito que estamos não dá mais para aguentar.”, declarou.
Iniciativas com a do Sr. Nelson também são explicadas pela nova percepção do processo do envelhecimento por quem já chegou aos 60 anos. “As pessoas na terceira idade estão cada vez mais ativas em todos os setores da vida: o social, o familiar, o afetivo e isso também se reflete na política. Ao participar ativamente das decisões políticas do país eles se sentem empoderados quanto a importância que eles tem nesse processo decisório; e isso dá à eles maior senso de pertencimento, aumenta a autoestima e estimula a vida em comunidade.”, finalizou a psicóloga Simone Matias.

domingo, 5 de agosto de 2018

Fim de semana caipira em Minas

Associação de Apoio aos Aposentados, Pensionistas e Servidores Públicos da capital mineira preparou uma verdadeira vila caipira para agremiados do estado no fim de semana 
O fim de semana foi de festejos para os idosos da unidade mineira da Associação Brasileira de Apoio aos Aposentados, Pensionistas e Servidores Públicos (ASBP). A Entidade que promove iniciativas voltadas à sociabilização e inclusão de pessoas na Terceira Idade programou um evento todo especial para o dia 28 de julho.
Com a chegada da Terceira Idade, muitos problemas costumam pesar nesta fase da vida: dificuldade de locomoção, problemas de memória e perda da autonomia são alguns deles. Mas não para as pessoas com 60 anos ou mais da ASBP de Minas Gerais. É que no último sábado (28/07) foi programada uma festança digna de quem trabalhou uma vida inteira para proporcionar uma vida melhor aos seus familiares.
Para o presidente da Entidade, Everton Almeida, o evento foi de extrema importância para os idosos. “A partir desta fase de vida, é importante que a pessoa tenha amparo para se sentir ‘útil’. O carinho da família, a manutenção da vida social e a participação de eventos em que ele possa interagir com pessoas de diversas faixar etárias também é uma excelente forma dos nossos associados garantirem um envelhecimento saudável. É esta a nossa proposta desde que a ASBP foi idealizada”, afirma o presidente da ASBP.
Uma verdadeira Vila Caipira em BH
Aproveitando a época, que contou com os festejos aos Santos homenageados, a exemplo de São João, São Pedro e Santo Antônio, a festa promovida pela Associação Brasileira de Apoio aos Aposentados, Pensionistas e Servidores Públicos - ASBP, em sua unidade na capital mineira, preparou uma verdadeira vila caipira em Belo Horizonte.
Para o festejo, os participantes contaram com diversas atrações que deixaram a diversão em alta: banda de forró, apresentação de quadrilha e o melhor: todas as delícias que deixam cada “arraiá” com um sabor especial: bolos, quentão, amendoim, milho, pamonha e mais uma infinidade de receitas que deixaram a todos com água na boca.
“Tudo que preparamos para os Associados envolve um trabalho pensado com muito cuidado e carinho. Nossa função é a de deixar um ambiente atrativo e aconchegante para as pessoas que estão na Terceira Idade. E quando temos o sucesso que as nossas iniciativas apresentam, observamos que estamos no caminho certo, o da promoção de bem-estar e proteção para quem chegou aos 60 anos e precisa de muito auxílio.”, avaliou o presidente da ASBP, Everton Almeida.

sábado, 26 de agosto de 2017

O país que queremos

Daniel Medeiros*
Há, na nossa imaginação, um retrato de um país que não existe. E, caso este país existisse, talvez não pudesse nos incluir nele. Porque um país como o que imaginamos exigiria de nós mais do que apenas sonhar. E aí reside o problema.
De tempos em tempos, os institutos de pesquisa perguntam sobre como enxergamos os políticos, os empresários, as forças armadas, os correios, etc. E sempre o resultado traduz o quanto somos exigentes com a honestidade ou com a lassidão dos outros. Para nós, os serviços públicos são sempre péssimos, a educação vai de mal a pior, e os políticos, esses deveriam todos apodrecer no xilindró. Mas nunca respondemos a pergunta que fica no ar: e quem iria exercer as funções dos funcionários, professores e dos políticos? E como essas funções seriam exercidas? Melhor? De forma mais eficaz e honesta? Na nossa imaginação, sem dúvida seria bem melhor, afinal nós estaríamos lá. E na nossa imaginação, tudo fica bem melhor com a nossa presença.
Certa vez, vi uma charge muito instrutiva: nela um homem pergunta para uma multidão: “quem quer mudanças?” E todos levantam os braços. E então ele pergunta: “quem quer mudar?” Bom, aí que reside o problema… Em uma velha anedota, o homem pedia todos os dias a um santo para ganhar na loteria. Até que um dia, ajoelhado para, mais uma vez, pedir a graça de se tornar rico, o homem ouviu uma voz do alto lhe dizendo: “eu quero ajudar mas, por favor, jogue na loteria!”.
O país que queremos é possível. Talvez até seja provável. E ele pode estar ao alcance de nossas ações. Mas enquanto reclamamos dos impostos que, sempre que possível, sonegamos; enquanto reclamamos da corrupção que, sempre que possível, locupletamo-nos; enquanto reclamamos da falta de civismo que, sempre que possível, negligenciamos, o país que queremos fica mais distante. Replicando Sartre, o inferno não são os outros. O inferno é acharmos que as coisas não acontecem porque os outros deveriam fazer o que não fazemos.
Certa vez, conversava com um senhor que tinha ido buscar seu cartão de idoso. Era um homem forte e saudável e não pude evitar a pergunta: “por que o senhor vai usar o cartão de idoso para ocupar vagas especiais se o senhor não precisa delas?” E ele me disse: "eu não preciso, mas se é meu direito, vou usá-lo”. Penso que toda a reflexão sobre o país que queremos cabe nessa resposta. E quando uma pessoa que precise estacionar naquela vaga não puder fazê-lo, porque aquele senhor forte e saudável está exercendo “o seu direito”, talvez ouçamos: “mas que país é esse, que não cria mais vagas para os idosos? Mas o que esperar, com esses políticos corruptos e ladrões? Não tem jeito mesmo!”
Bom, jeito tem. E ele está diante de nós, ao alcance de nossas mãos. Mas aí é que reside o problema.

* Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica pela UFPR e professor no Curso Positivo.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Campanha meio século de JR

Acompanhe aqui as pessoas que estão participando da Campanha que vai parabenizar os 50 ANO DE O JR,M .
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Rádio Web relembra Zé Bettio, A Turma da Maré Mansa e Balança Mas não Cai


 O programa Recreio de Boa Memória ,da Radiante Recreio Rádio Web, apresentado às 17h nessa segunda-feira,13, será reapresentado logo mais  a partir das 22h na 3Rw . Se não der pra você ouvir logo mais, há uma outra oportunidade. 
É que haverá outra   apresentação , amanhã,terça,14,  na Rádio Web Recreio Minas às 16h.
Recreio de Boa Memória, uma criação e apresentação de Marco Freitas , dessa semana focaliza o programa Zé Bettio (FOTO 01 ) , a lenda do rádio brasileiro ,apresentador  do programa de maior audiência nas décadas de 60 a 80 .
 O programa Recreio de Boa Memória mostra ainda o humor de outros dois clássicos dos programas de humor: A Turma da Maré Mansa e o Balança Mas não Cai ( FOTO 02 ) . 

sábado, 17 de setembro de 2016

ANVISA proibe comercialização e distribuição de quatro lotes de extrato de tomate e de molho

Extrato de tomate
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização e a distribuição de quatro lotes de extrato de tomate das marcas Amorita, Predilecta, Aro e Elefante, além de um lote de 
molho de tomate 
tradicional da marca Pomarola.
A punição às cinco marcas se deu com base em laudos que detectaram "matéria estranha indicativa de risco à saúde humana"- no caso, pelo de roedor - acima do limite máximo de tolerância pela legislação vigente. As empresas terão de recolher os estoques dos produtos existentes no mercado. As decisões da Anvisa estão publicadas em resoluções no Diário Oficial da União. A primeira refere-se ao lote L 076 M2P, com validade de 01/04/2017, do extrato de tomate Amorita, favricado por Stella D'Oro. A segunda, ao extrato de tomate Predilecta, lote 213 23IE, com validade até março de 2017. E a terceira decisão trata do molho de tomate tradicional Pomarola, lote 030903 e validade de 31/08/2017, e também o extrato de tomate, Elefante, lote 032502, com validade até 18/08/2017.
(Portal NewTrade - São Paulo/SP) - Divulgado por REDE SINDIJORI DE COMUNICAÇÕES ( Sindicato dos Proprietários de Jornais, Revistas e Similares do Estado de Minas Gerais , filiado a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais-FIEMG )